Vários são os mecanismos de controlo de higiene e segurança alimentar do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém. Diariamente, as tasquinhas e as zonas doçarias e enchidos recebem a visita de técnicos especializados que verificam as condições de conservação, manipulação, confecção, consumo e venda de alimentos. No salão da Casa do Campino, dois técnicos da escola de hotelaria supervisionam as condições dos produtos elaborados e dos pratos servidos, os canais de entrada e saída de comidas e bebidas, e os possíveis cruzamentos entre coisas sujas e limpas.
Na Casa do Campino volta a celebrar-se o maior acontecimento gastronómico do país. Após uma semana desde o seu início, 30.000 pessoas adquiriram a sua entrada e participaram na 29ª Edição do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém. Este ano, a contar com o I Concurso do Petisco e a mostra Jovem Talento da Gastronomia que surpreenderam o público. Em entrevista, o presidente do certame, Joaquim Rosa do Céu, diz do sucesso do Festival, e do futuro.
Não é um prato menor mas enorme pelo lugar que ocupa na tradição culinária portuguesa. Peixe, carne, enchidos ou vegetais, o petisco abraça todo tipo de alimentos para a sua confecção. É capaz de saciar o paladar mais exigente, contentamento dos estômagos inquietos, e amigo de todas as ocasiões.
O V Congresso Nacional de Gastronomia, constituído por vários painéis de reflexão sobre a realidade da cozinha portuguesa, e subordinado ao tema "Os Novos Desafios da Gastronomia para a Hotelaria e Restauração", deixa pistas para perceber e elaborar o futuro, condensadas no texto final da conclusão dos trabalhos.
Foi o primeiro chefe português a receber uma estrela Michelin, e é o responsável pelo almoço da região gastronómica da Beira, Albano Lourenço traz até ao Salão da Casa do Campino parte da sua brigada de cozinha, seis profissionais, para elaborar uma refeição representativa dos sabores e gostos do centro do país.